domingo, 20 de maio de 2012

Livro A HERANÇA E A PROCURA, de Chico Lopes.


Livro A HERANÇA E A PROCURA

Memórias



Autor: Chico Lopes (Francisco Carlos Lopes)

Edição 2012 (Ler Editora – Brasília, DF)



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Capa:



Orelhas do livro:



 Abertura:



Ficha técnica:


Sumário:



Página 83 a 91:

Capítulo 9

EM TORNO DA IGREJA E NOS BANCOS DA PRAÇA



Página 93 a 103:

Capítulo 10

ANTÔNIO SABINO, 418: DESENHOS, VOZES E AGONIAS


Contracapa:    


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OBSERVAÇÃO ACRESCENTADA EM 20.5.2012:



Embora este blog se destine parcialmente às minhas participações em livros, em “A HERANÇA E A PROCURA”, de Chico Lopes, sou apenas citado pelo autor. Portanto não se trata de participação minha na feitura da obra. Contudo, resolvi inclui-la nestas minhas lembranças, porque Chico Lopes relata a maneira como nos conhecemos em meio à sua juventude de enfant terrible, quando ele era ainda um desenhista, mas já de grande talento, pronto para iniciar-se na pintura e no mundo profissional das artes plásticas. Na correspondência que então mantivemos, percebi que estava ali, nascente, não apenas um artista plástico de grande importância, mas um literato de invulgar talento. De fato, passados entre 30 e 40 anos, Chico Lopes firma-se como um dos grandes escritores deste país.

As repercussões da sua exposição de desenhos na Fundação Cultural de Curitiba poderão ser encontradas no blog abaixo, que corresponde à década de 70. Os recortes de jornais estão colecionados em ordem cronológica, de modo que o catálogo da exposição, bem como diversas críticas elogiosas à arte Chico Lopes publicadas em jornais paranaenses, serão encontrados no ano de 1978:  



Francisco Souto Neto

Curitiba, 20.5.2012.

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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Livro O SEGREDO DA ROSA de Dione Mara Souto da Rosa.

Livro O SEGREDO DA ROSA
Dione Mara Souto da Rosa
Prefácio de Francisco Souto Neto
Edição 2009(Curitiba, PR)


Capa

Capa

Abertura

Abertura


Detalhes técnicos

Ficha técnica.

Dedicatória

Dedicatória


Dedico esta obra in memoriam de minha querida avó Edith Barbosa Souto e do meu amado pai Dulci Col da Rosa.
Dedico-a também à minha querida filha Isabelle Edith Aguilar da Rosa. Ela é um grande presente na minha vida.
E, indubitavelmente, não posso esquecer minha mãe, Ivone Souto da Rosa, a mais especial de todas as mulheres.

Agradecimento Especial

Agradecimento Especial


A FRANCISCO SOUTO NETO, meu tio e padrinho – sendo ele meu professor em sonetos – o meu muito obrigada, não só pelos ensinamentos, mas por acreditar na possibilidade deste livro. Acreditar na ideia é, muitas vezes, muito mais do que a concretização de uma obra.

Agradecimento

Agradecimento

Minha gratidão a Lia Helena Schaeffer Salvador, pelo Curso de Aperfeiçoamento em Língua Portuguesa e os ensinamentos de mestre e amiga.


Prefácio

Francisco Souto Neto, o prefaciador
de O Segredo da Rosa.

Página 11: Prefácio.


Página 12: Prefácio.


Página 13: Prefácio.


PREFÁCIO

Dione Mara Souto da Rosa está lançando novo livro de poesias. Desta vez, ao contrário dos versos livres que imperavam na sua obra, procurou pelo caminho formal e muito mais elaborado da composição poética que é o soneto, mais precisamente o soneto italiano, composto de quatorze versos dispostos em dois quartetos e dois tercetos.
Das noventa e quatro peça selecionadas, setenta e quatro apresentam-se em versos de sete e de dez sílabas poéticas, e as vinte restantes são em doze, isto é, em versos alexandrinos. Os alexandrinos são mais difíceis de compor, devido às severas regras que regem a sexta sílaba poética de cada verso. Mesmo assim, Dione Mara encarou o desafio do perfeccionismo e penso que tenha alcançado um ponto de equilíbrio.
O livro chama-se O Segredo da Rosa, com o subtítulo Sonetos sobre as Quatro Estações e os Quatro Elementos. Trata-se, portanto, de uma obra temática, com o índice que se divide nos quatro elementos anunciados: O Outono e o Ar, O Inverno e a Água, A Primavera e a Terra e O Verão e o Fogo.
Uma vez mais, a poetisa (tanto eu quanto ela preferimos a forma mais em desuso do feminino de poeta) vale-se de u’a metáfora no título do livro, O Segredo da Rosa, porque ela mesma, pelo nome Dione Mara Souto da Rosa, está associada à figura da flor. Talvez seja esta a chave para que se comece a compreender o conteúdo da obra e o universo soutorroseano da autora.
Filosofia Chinesa e Mitologia Grega fazem-se sentir no conteúdo de muitos dos sonetos, assim como referências à Música – pois Dione Mara é pianista – e a várias facetas da Literatura. Efetivamente, parece ter sido a partir dos diversos aspectos da cultura associada à alma poética da autora que brotaram os atuais versos centrados na figura da flor das rosáceas.
No exercício da trova, eu assim resumiria, em heptassílabos, o novo livro da minha sobrinha e afilhada Dione Mara:

É na poética da Mara
Que belo tesouro aflora
E de forma até bem rara
Para dizer muito da flora.

Devo ainda observar que a poesia que se impõe a regras, tal o caso dos sonetos, quando composta com criatividade e talento não se torna rígida, nem sugere aquela desagradável sensação de estar limitada por uma espécie de blindagem metálica. É bem verdade que as novas linguagens poéticas preferem a liberdade na composição dos versos, e isso é mesmo maravilhoso, pelo que vimos notando desde a Semana de Arte Moderna de 1922. Contudo, é também muito bom que neste início do século XXI alguns ainda se preocupem em preservar as fórmulas e as formas literárias tradicionais – para não dizer conservadoras – da Poesia e da Literatura como um todo. Por outro lado, esse referido aspecto tradicional poderá ser – quem sabe? – altamente prazeroso até mesmo para essas novas gerações que andam criando bizarras formas de comunicação na internet e que adotaram uma grafia que não passa de um ofensivo arremedo à Língua Portuguesa. Quiçá um livro de sonetos possa despontar para esses jovens como uma novidade em termos de equilíbrio linguístico proporcionado pela versificação, rima e métrica, desenvolvendo-lhes assim um Universo para muitos deles ainda desconhecido.
Em suma, Dione Mara elaborou uma obra original, erudita, criativa, que numa biblioteca poderá figurar com mérito ao lado de outros bons autores do gênero.
Francisco Souto Neto *


*Francisco Souto Neto, advogado e jornalista, em Ponta Grossa foi diretor da União dos Trovadores do Brasil e diretor do Centro Cultural Euclides da Cunha. Em Curitiba, nas décadas de 1980 e 1990, foi diretor do Instituto Saint’Hilaire da Defesa dos Sítios Históricos, conselheiro do Museu de Arte do Paraná, conselheiro do Sistema Paranaense de Museus (gestões René Dotti e Gilda Poli), conselheiro do Programa de Cultura da Telepar, diretor da Associação de Amigos dos Museus de Curitiba: Museu de Arte Contemporânea, Museu Paranaense e Museu da Imagem e do Som, Assessor da Diretoria, da Presidência e para Assuntos de Cultura do Banestado, idealizador e presidente da Comissão de Implantação do Museu Banestado e criador do Salão Banestado de Artistas Inéditos, dentre outros.

SOBRE A AUTORA:

Sobre a autora.


Dione Mara Souto da Rosa,
autora de O Segredo da Rosa.

DIONE MARA SOUTO DA ROSA é formada em Direito e pós-graduada Direito Processual Civil com monografia publicada na revista jurídica Gênesis.
Formada em Piano Clássico, Teoria e História da Música.
Cursa Letras Português-Inglês pela Faculdade Interativa COC.
Livro publicado: O Sétimo Portal.
Premiada em concurso da Litteris Editora, obtendo o segundo lugar com o soneto “Jardim de Rosas”, o qual integra o livro “Sonetos de Amor e de Oração”.
Premiação em concurso de contos do linguista Ademir Pascale: “Sabor de absinto”, inserido no livro Draculea – o Livro Secreto dos Vampiros e “O Pacto de Carcassone” inserido no livro Metamorfose – A fúria dos lobisomens.
Contos publicados em revistas eletrônicas de literatura fantástica de Ademir Pascale: Terrorzine – cranik@cranik.com e Literatura Fantástica http://www.literaturafantastica.com.br/
Estudos de Língua Francesa pela Aliança Francesa de Curitiba.

CONTRACAPA:

Contracapa

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Livro VIVÊNCIA DE FATOS HISTÓRICOS, de Léo de Almeida Neves.

Livro VIVÊNCIA DE FATOS HISTÓRICOS

Prefácio: René Ariel Dotti
Edição 2002 (Editora Paz e Terra)


Capa

Capa de "VIVÊNCIA DE FATOS HISTÓRICOS",
de Léo de Almeida Neves. 


Lombada

Lombada.


Ficha técnica

Ficha técnica.


Página 434

Página 434.


INCENTIVO À ÁREA CULTURAL

            Acolhendo proposta do diretor Octacílio Ribeiro da Silva, autorizei a realização da primeira Exposição de Artistas Amadores e Clientes do Banestado (depois tornou-se rotina [com o nome alterado para Salão Banestado de Artistas Inéditos] ), com o copatrocínio da Associação dos Funcionários.
            A mostra aconteceu após eu ter deixado a presidência, mas o responsável pela área, Francisco Souto Neto, me mandou convite impresso, acrescido deste significativo texto de próprio punho: “Caríssimo Dr. Léo. Devemos ao senhor a realidade deste evento. Ficaremos, portanto, muito orgulhosos se pudermos contar com o prestígio de sua presença”.

     
Contracapa    



OBSERVAÇÃO ACRESCENTADA EM 15.12.2011:

Embora este blog se destine parcialmente às minhas participações em livros, em “Vivência de fatos históricos” sou apenas citado pelo autor. Portanto, trata-se de uma “figuração”, e não exatamente de “participação”. Entretanto, foi tão gentil o Dr. Léo de Almeida Neves ao se referir a mim, que resolvi inclui-lo nestas lembranças. Vale acrescentar que quando ocorreu o fato relatado no livro, eu era Assessor de Diretor do Banestado, e não da Presidência. Eu estava ligado à Diretoria de Crédito Rural e Agroindustrial (cujo titular, naquele começo do governo José Richa, era Octacílio Ribeiro da Silva), justamente na época em que cumulei o meu cargo, essencialmente técnico, com um novo (posteriormente consolidado) cargo chamado de “Assessor para Assuntos de Cultura do Banestado” e, alguns anos depois, “Assessor para Assuntos de Cultura da Presidência”.
Quando um presidente do Banestado era substituído por outro, geralmente fazia-se um clima de desconforto, às vezes de hostilidade, entre aquele que “caía” e o seu sucessor. De vez em quando as substituições aconteciam num mesmo governo, mas também entre governos antagônicos. Mesmo correndo o risco de desagradar ao sucessor do Dr. Léo, fiz questão de convidá-lo, como uma forma de manifestar um agradecimento público pelo seu mérito naquele evento. Alguns anos depois, ao criar o Museu Banestado, iniciei aquilo que se tornou tradição (interrompida, obviamente, pela venda da instituição), que era a de um novo presidente inaugurar, no Museu Banestado, o retrato a óleo do seu antecessor. Criava-se uma confraternização, onde se viam homens de diferentes partidos cumprimentando-se amistosamente. Desde então eu já me orgulhava de ser apolítico e indiferente aos partidos. Esse meu desprendimento e desinteresse político talvez tenha sido um dos motivos (associado, sem modéstia, à minha extrema honestidade e, talvez, a algum pendor para a função técnica que desempenhava) para, ao me aposentar, ser informado pelos colegas da Diretoria de Recursos Humanos, que na história do Banco do Estado do Paraná S.A., eu fui o funcionário que mais tempo permanecera num mesmo cargo de confiança, atuando ininterruptamente, ao longo de vários governos.
Francisco Souto Neto
Curitiba, 15.12.2011.

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sábado, 10 de dezembro de 2011

ARTES PLÁSTICAS BRASIL 94, de Maria Alice Louzada e Júlio Louzada

Catálogo ARTES PLÁSTICAS BRASIL 94
Seu mercado. Seus leilões.

Autores: Maria Alice & Júlio Louzada
Edição 1994 (São Paulo, SP)


Capa

Capa de ARTES PLÁSTICAS BRASIL 1994,
da autoria de Gustavo Rosa: "O Carnaval de Itamar".

Lombada

Lombada muito grossa, pois
o volume tem 1216 páginas.

Abertura
Página 1

Ficha técnica

Página 2

Nota do autor

Página 5


OBSERVAÇÃO DE FRANCISCO SOUTO NETO EM 10.12.2011:

Este catálogo (na verdade um volumoso livro, com 1216 páginas em papel couché) consta deste blog por dois motivos bem específicos:

1º - Pela curiosidade que representa. Ocorre que nele sou citado por duas vezes, com transcrição de matérias que publiquei na imprensa de Curitiba, quando me referi em diferentes ocasiões a dois artistas plásticos: na página 252 está meu texto sobre a arte de Osmar Chromiec, e na 410 minhas palavras a respeito do trabalho de Maria de Francisco. Por incrível que pareça, por uma coincidência rara, na página 186 da mesma obra, é citado o Visconde de Souto, meu trisavô, sobre um leilão realizado na BOLSARTE/RJ em 30.6.1992, em que foi leiloado um retrato seu em óleo sobre tela, da autoria de Benedicto Calixto (Benedicto Calixto de Jesus), pintado em 1891. Na época, eu não soube desse leilão. Ao tomarmos conhecimento de que fora leiloado tal retrato, eu e minha prima Lúcia Helena Souto Martini tentamos descobrir quem o levou a leilão, e quem arrematou a obra. Como eu e minha prima conhecemos apenas dois retratos do Visconde de Souto (António José Alves Souto) em óleo sobre tela, pertencentes, respectivamente, ao acervo da Beneficência Portuguesa do Rio de Janeiro, e do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro, desejávamos apenas pedir à pessoa física ou à instituição que fez a aquisição, que nos permitisse conhecer a pintura e, talvez, fotografá-la. Porém a Bolsa de Arte mantém esses nomes em sigilo.

2º - Como a internet possibilita as pesquisas de forma espetacular, resta-me a esperança de que os proprietários desse retrato do Visconde de Souto, feito por Benedicto Calixto, possam buscar na internet informações sobre o retratado, e encontrando esta página de blog, tenham a bondade de entrar em contato comigo.
Francisco Souto Neto.
Curitiba, 10 de dezembro de 2011.

Página 186: Leilão do retrato do Visconde de Souto.

Página 186


CALIXTO, B.
(Benedicto Calixto de Jesus)

Itanhaém/SP, 14.10.1853
São Paulo, SP, 31/05/1927

Pintor, desenhista, decorador, professor e
historiador. Assinava B. CALIXTO. O artista
também está nos volumes 1B/172, 2B/196,
3/196, 4B/199 e 5B/181.

ÓLEOS

VISCONDE DE SOUTO – 1891
OST – 64 x 50 – Id
BOLSARTE/RJ – 30.6.92
Cr$ 4.500.000,00 – US$ 1,305,59.


Página 252: Crítica de Francisco Souto Neto à pintura de Osmar Chromiec:


Página 252


CHROMIEC, OSMAR D.
(Osmar Dirceu Cromiec)

Curitiba/PR, 18/07/1948

Desenhista e pintor, assina OSMAR D. CHROMIEC.
Estudou desenho e pintura no Museu Alfredo Andersen, em Curitiba/PR, em 1971 e, em 1972, prosseguiu suas pesquisas sob orientação da artista Janete Fernandes. O crítico de arte F. Souto Neto escreveu a seu respeito em 1990, a propósito de uma exposição na Casabrannka Galeria em Curitiba: “Osmar Chromiec tem estado presente no cenário artístico paranaense desde o final dos anos 60. (...) No início de sua carreira (...) caminhou através da optical art e, durante muitos anos, o geometrismo imperou na sua obra. Na metade da década de 60, o artista abrandou o geometrismo, dedicando-se aos movimetnos sinuosos e suaves de detalhes de grades. A cor, antes chapada, passou a receber um tratamento mais fluídico e etéreo, tornando-se mais leve. Mais recentemente (...) derivou para as marinhas, contudo, sem jamais abandonar a característica das cores, as mesmas que se fazem presentes no seu trabalho há vinte anos. E agora, uma vez mais, o artista surpreende-nos, exibindo-nos paisagens. Não são paisagens comuns (...) nem se desassociam do passado do artista. As cores e as características permanecem, e a composição das telas é mais importante do que o tema em si. Inovou também na técnica, que é fruto de pesquisas e experiências. A nova textura advém de camadas sucessivas de cores e tons, e o resultado é de beleza e quietude. As paisagens expostas na Casabrannka muito bem refletem o espírito sereno, contemplativo e observador de Osmar Chromiec, um artista em brilhante processo de constante inovação”.


Página 410: Crítica de Francisco Souto Neto à pintura de Maria de Francisco:

Página 410


FRANCISCO, M. DE
(Maria Aparecida Ribeiro Francisco)

Jaguapitã, PR.
13/07/1955


Pintora, assina M. DE FRANCISCO
Estudou Aquarela no ateliê de Lina Iara Otto e Desenho e Pintura no ateliê do Museu Alfredo Andersen. No jornal curitibano Indústria & Comércio de 09/09/1992, Souto Neto escreveu: “(...) Ela utiliza cores intensas e vale-se de fortes contrastes para liberar o grafismo e a gestualidade que vão das memórias de viagens (veleiros do Nilo, as pirâmides de Quéops e de Sakkara, pombais egípcios e minaretes de Istanbul), à subjetividade dos estados da alma (Explosões internas e Sonhos). Nas obras subjetivas, ela exercita o abstracionismo trabalhando com cores em movimentos espirais ou retilíneo-grométricos. Mas mesmo quando o tema é figurativo, este tende ao abstrato”.

Contracapa



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